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Equipes de Fisioterapia e Cirurgia Cardíaca do Hospital Encore publicam artigo científico

28/05/2019

Giulliano Gardenghi, Celina Lumi Kushida, Abissay Francisco Dias, Jessyka Bueno Cruz, Kassiely Ribeiro de Lima e Artur Henrique de Souza, membros do corpo clínico do Hospital Encore e integrantes das equipes de Cirurgia cardíaca e de Fisioterapia, publicaram o artigo

Integrantes das equipes de Cirurgia cardíaca e de Fisioterapia, publicaram o artigo intitulado “Estudo piloto da viabilidade no uso de cicloergômetro para membros superiores no pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca”, no periódico Revista Pesquisa em Fisioterapia, em sua última edição, de maio/2019.

A seguir o resumo do artigo científico:

INTRODUÇÃO: O uso do cicloergômetro para os membros superiores pode contribuir para manter a capacidade funcional em pacientes após cirurgia cardíaca (CC). OBJETIVOS: Investigar as respostas cardiorrespiratórias de pacientes após CC recebendo ou não drogas vasoativas (DVAs) durante a realização de cicloergômetro para membros superiores, verificando a incidência de perda de cateter arterial radial ou de fraturas de fios de aço no esterno. MATERIAL E MÉTODOS: Estudo piloto envolvendo 26 pacientes divididos em 2 grupos. Grupo CO: sem uso de DVAs (13 pacientes, idade: 57 ± 12 anos, 09 homens) e grupo DVA: (13 pacientes, idade: 61 ± 10 anos, 07 homens), submetidos à CC, que no 1ºPO realizaram o cicloergômetro para membros superiores. Os parâmetros avaliados durante o exercício foram freqüência cardíaca (FC), saturação de oxigênio (SpO2), dispnéia, fadiga de membros superiores e pressão arterial média (PAM). A incidência de perdas do cateter da artéria radial ou de fraturas de fios de aço no esterno foi avaliada. A análise estatística adotou análise de variância de um ou dois caminhos, com post hoc de Newman Kauls ou Scheffé, quando necessário. O valor de significância foi de 0,05%. RESULTADOS: a FC aumentou nos dois grupos ao final do exercício (p = 0,00), sem diferença entre eles (p = 0,97); SpO2, dispneia e PAM não se alteraram do repouso para o final do exercício (p = 0,49; p = 0,78 e p = 0,25, respectivamente); A fadiga nos membros superiores aumentou em ambos os grupos (p = 0,04); Não houve eventos de perda do cateter de artéria radial ou de fraturas de fios de aço no esterno. CONCLUSÃO: A adoção do cicloergômetro para membros superiores mostrou-se segura no 1ºPO de CC, mesmo nos indivíduos que utilizaram DVAs. Não houve relação entre o uso do cicloergômetro dos membros superiores e a perda de cateteres arteriais ou de fraturas de fios de aço no esterno.

 

Clique no link abaixo e acesse o artigo completo:

https://www5.bahiana.edu.br/index.php/fisioterapia/article/view/2303

 

 

 

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